
O solo teatral ‘O Último Delírio de Van Gogh’ retorna ao Rio de Janeiro em fevereiro. O espetáculo ficará em cartaz entre os dias 5 e 27, sempre às terças e quartas, às 19h, no Teatro Rogério Cardoso, que funciona na Casa de Cultura Laura Alvim, em Ipanema. Assim, o público terá um mês para acompanhar a montagem.
Enredo inspirado nas cartas de Van Gogh
O texto da peça nasce das cartas que Vincent Van Gogh escreveu ao irmão Theo. Além disso, a dramaturgia dialoga com o imaginário popular sobre a vida e a obra do pintor. O autor e diretor Jiddu Saldanha construiu o roteiro durante o processo de criação cênica, em parceria com o ator Rafael Mannheimer, que interpreta o artista em cena.
Proposta estética da encenação
A diretora Alexandra Arakawa conduz a encenação com foco em uma proposta visual. Nesse sentido, cada elemento surge como parte de uma obra plástica. O desenho de luz se inspira diretamente nas pinturas de Van Gogh. Já o cenário e o figurino recebem traços que remetem ao estilo marcante do pintor.
Sinopse do espetáculo
Na história, Van Gogh aparece sozinho em um quarto frio. Ele descobre que o irmão Theo conseguiu vender apenas um quadro seu. A notícia o afeta profundamente e desencadeia um surto. Com fome e exausto, o pintor mergulha em delírios e revisita a própria essência. Dessa forma, ele busca um motivo para se levantar diante da sensação de fragilidade.
Informações de temporada
O público terá acesso às seguintes informações sobre a temporada:
Temporada: de 5 a 27 de fevereiro de 2019
Dias e horários: terças e quartas, às 19h
Local: Teatro Rogério Cardoso – Casa de Cultura Laura Alvim – Av. Vieira Souto, 176, Ipanema
Ingressos: R$ 40 (inteira) e R$ 20 (meia-entrada, lista amiga, classe artística, estudantes de Teatro e Artes Plásticas)
Vendas: bilheteria funciona a partir das 16h
Informações: cia.em.criacao@gmail.com | (21) 2332-2015
Classificação: 12 anos
Gênero: Drama
Lotação: 54 lugares
Duração: 50 minutos
Criação coletiva e processo de montagem
A montagem surgiu de um processo colaborativo. O ator Rafael Mannheimer se coloca em cena para dar corpo ao pintor. Já o texto de Jiddu Saldanha estabelece um fio narrativo construído a partir das cartas. Nesse contexto, a direção de Alexandra Arakawa reforça a integração entre discurso cênico e elementos visuais.
Diálogo com a vida e a obra do artista
A peça provoca reflexões sobre os dilemas de Van Gogh. A dramaturgia utiliza as cartas como ponto de partida para explorar suas inquietações pessoais e artísticas. Além disso, o espetáculo cria uma ponte entre os registros históricos do pintor e interpretações contemporâneas de sua trajetória. Assim, a montagem busca aproximar o público da complexidade de sua obra.
































