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‘A História do Som’ estreia em fevereiro com Paul Mescal e Josh O’Connor

Longa aborda viagem musical nos EUA durante a Primeira Guerra Mundial

Paul Mescal e Josh O’Connor estrelam 'A História do Som' (Foto: Divulgação/Universal)
Paul Mescal e Josh O’Connor estrelam 'A História do Som' (Foto: Divulgação/Universal)
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“A História do Som” chega aos cinemas brasileiros em 26 de fevereiro. O longa-metragem tem Paul Mescal e Josh O’Connor nos papéis centrais. Além disso, Oliver Hermanus assina a direção. A Imagem Filmes responde pela distribuição no Brasil.

O drama de temática LGBT+ integrou a Competição Oficial do Festival de Cannes. Além disso, o filme alcança 89% de aprovação da audiência no Rotten Tomatoes. Antes da estreia comercial, o longa também passou pela Mostra Internacional de Cinema de São Paulo.

Na narrativa, Paul Mescal e Josh O’Connor interpretam estudantes de música. A história se passa em 1917. Nesse contexto, os personagens partem para uma viagem pelo interior do estado do Maine, nos Estados Unidos. Durante o percurso, eles buscam coletar canções tradicionais de ex-soldados da Primeira Guerra Mundial. Dessa forma, o objetivo é evitar que esse repertório musical se perca com o tempo.

Viagem musical ambientada nos Estados Unidos durante a Primeira Guerra

Ao longo da jornada, a relação entre os personagens se desenvolve gradualmente. Primeiro, a convivência se constrói a partir da amizade. Em seguida, esse vínculo evolui para um envolvimento romântico. Assim, o filme acompanha essa transformação enquanto os personagens percorrem regiões do interior norte-americano.

O roteiro tem assinatura de Ben Shattuck. Além disso, o texto adapta dois contos do autor norte-americano. As obras escolhidas são “The History of Sound” e “Origin Stories”. Ao mesmo tempo, Shattuck também assume a função de roteirista do longa.

Atuação de Paul Mescal e Josh O’Connor recebe destaque da crítica

A parceria entre Paul Mescal e Josh O’Connor recebeu atenção da crítica especializada. Segundo o Screen Daily, as performances são “discretas e fascinantes”. Além disso, Josh O’Connor recebeu um prêmio concedido pelos críticos de San Diego.

O’Connor soma trabalhos no cinema como “La Chimera” e “Rivais”. Já Paul Mescal ganhou projeção internacional com a série “Normal People”. Por esse trabalho, ele recebeu um BAFTA®. Posteriormente, o ator foi indicado ao Oscar® por sua atuação em “Aftersun”.

O elenco ainda inclui Chris Cooper. O ator venceu o Oscar® por “Adaptação”. No filme, ele interpreta Lionel em uma fase mais avançada da vida. Além disso, a produção reúne nomes como Molly Price, Hadley Robinson, Emma Canning, Briana Middleton e Raphael Sbarge.

Oliver Hermanus dirige seu sexto longa-metragem

“A História do Som” marca o sexto longa-metragem dirigido por Oliver Hermanus. O cineasta nasceu na Cidade do Cabo, na África do Sul. Desde cedo, ele cresceu em um ambiente intelectual influenciado pela atuação política de seus pais contra o regime do apartheid.

Hermanus estreou no cinema com “Shirley Adams”, lançado em 2009. Na ocasião, o filme foi selecionado para o Festival de Locarno. Em seguida, venceu o prêmio de melhor filme no South African Film Awards. Depois disso, o diretor lançou “Beleza Arrebatadora”, exibido na mostra Un Certain Regard do Festival de Cannes, que recebeu a Queer Palm.

Posteriormente, Hermanus dirigiu “The Endless River”, exibido na competição oficial do Festival de Veneza. Mais tarde, lançou “Moffie”, indicado ao BAFTA. Em 2022, o cineasta comandou “Viver”, remake de um clássico de Akira Kurosawa, que recebeu duas indicações ao Oscar®.

Produção reúne equipe internacional

A produção de “A História do Som” envolve profissionais de diferentes países. A fotografia tem assinatura de Alexander Dynan. Enquanto isso, Chris Wyatt responde pela montagem. A direção de arte ficou sob responsabilidade de Deborah Jensen. Já o figurino é assinado por Miyako Bellizzi.

A trilha sonora original tem composição de Oliver Coates. Além disso, o longa é uma coprodução entre Estados Unidos, Reino Unido, Suécia e Itália. O ano de produção é 2025.

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