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Conheça os 15 participantes do ‘No Limite – Amazônia’

A nova temporada do reality show tem previsão de estreia para 18 de julho, às terças e quintas, após a novela "Terra e Paixão".

Conheça os 15 participantes do
Conheça os 15 participantes do "No Limite - Amazônia"
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A TV Globo divulgou nesta terça-feira, 4 de julho, os 15 participantes de “No Limite – Amazônia“. São quatro famosos e onze anônimos que irão disputar o prêmio no coração da maior floresta tropical do planeta, a partir do dia 18 de julho. Divididos em duas equipes, eles vão encarar desafios em busca de comida, itens básicos de sobrevivência e, o mais importante, imunidade para escapar do portal de eliminação.

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A nova temporada do “No Limite – Amazônia” tem previsão de estreia para 18 de julho, às terças e quintas, após a novela “Terra e Paixão”. O reality também vai ao ar no Multishow às quartas e sextas, sempre às 23h. O programa tem apresentação de Fernando Fernandes, direção geral de Rodrigo Giannetto, com direção de Vivian Alano e Padu Estevão. O reality é licenciado e produzido pela Endemol Shine Brasil.

Conheça os quatro famosos de “No Limite – Amazônia”

Carol Nakamura
Carol Nakamura (Foto: Globo/Mauricio Fidalgo)
Carol Nakamura (Foto: Globo/Mauricio Fidalgo)

A atriz Carol Nakamura tem 40 anos e é natural do Rio de Janeiro. Sempre envolvida com as artes, foi bailarina, assistente de palco e apresentadora no “Domingão do Faustão”, atuou na novela “Sol Nascente” e interpretou papéis no teatro e no cinema. Embora aprecie o contato com os animais e com meio ambiente, acredita que em “No Limite – Amazônia” será tudo diferente. A distância da família e de seus 17 cachorros, a falta de conforto e de cuidados pessoais serão desafiadores para ela. Antenada ao zodíaco, prevê que a convivência com certos signos pode ser mais complicada. Dentre seus pontos fortes, destaca seu preparo físico e equilíbrio, por conta da dança. Por outro lado, sabe que tem mania de se meter onde não é chamada, e isso pode a prejudicar. Com o prêmio, quer concluir a obra da sua casa, construir uma área para seus cachorros e investir na carreira.

Claudio Heinrich
Claudio Heinrich (Foto: Globo/Mauricio Fidalgo)
Claudio Heinrich (Foto: Globo/Mauricio Fidalgo)

O ator, apresentador e instrutor de jiu-jitsu Claudio Heinrich tem 50 anos, é casado e tem um filho de 7 anos. Começou na televisão aos 15 anos como paquito no “Xou da Xuxa” e atuou em novelas como “Malhação”, “Era Uma vez”, “Pecado Capital”, “Uga Uga” e “Coração de Estudante”. Também apresentou o programa “Globo Ecologia”. Para ele, participar do “No Limite – Amazônia” é uma oportunidade de matar a saudade dos fãs, de ser conhecido pelo público jovem e de enfrentar um novo desafio. Sua maior dificuldade será ficar longe da família e se manter sereno diante das adversidades. Fazer alianças e eliminar os competidores mais fortes estão em seus planos. Como pontos fracos, Claudio cita o seu jeito exigente consigo mesmo e com os outros. Com o prêmio, deseja investir no filho e em sua própria carreira.

Mônica Carvalho
Monica Carvalho (Foto: Globo/Mauricio Fidalgo)
Monica Carvalho (Foto: Globo/Mauricio Fidalgo)

A atriz e roteirista Mônica Carvalho tem 52 anos, é casada e mãe de duas filhas. Nascida em Nova Iguaçu, no Rio de Janeiro, estreou na televisão como a musa da abertura de “Mulheres de Areia” e atuou em novelas como “História de Amor”, “A Indomada”, “Corpo Dourado” e “Chocolate com Pimenta”. Afirma ser proativa, bastante competitiva e diz que gosta de fazer as coisas bem-feitas, mas não suporta pessoas impositivas e que gritam. Destaca que não deixa de falar o que pensa e odeia mentiras, mas confessa que pode omitir alguns detalhes no jogo. Seu maior desafio será a saudade das filhas, dormir no mato e a falta de conforto. Gosta de comer bem e de pessoas que ajudem nos afazeres. Seus pontos fortes são resiliência, tranquilidade e preparação física. Com o prêmio, quer viajar com a família e investir na própria carreira.

Paulo Vilhena
Paulo Vilhena (Foto: Globo/Mauricio Fidalgo)
Paulo Vilhena (Foto: Globo/Mauricio Fidalgo)

O ator e cantor Paulo Vilhena tem 44 anos, nasceu na cidade de Santos, mas vive hoje em São Paulo. Estreou na televisão em 1998, no seriado “Sandy & Júnior”, foi repórter do “Vídeo Show” e atuou em diversas novelas e atrações da TV Globo, como “Coração de Estudante”, “Celebridade”, “Paraíso Tropical”, “Morde & Assopra”, “Império”, “Pega Pega” e “O Sétimo Guardião”. Graças ao incentivo da esposa, grávida de 8 meses, o ator aceitou participar do “No Limite – Amazônia”. Seu maior desafio será ficar longe da família e se manter sereno diante das adversidades. Revela que sua estratégia é atuar em equipe, dividir responsabilidades e tentar criar uma rotina para o grupo. Como pontos fortes, destaca a sua resiliência, tranquilidade e preparação física. Gosta de comer bem, ter conforto e de pessoas que ajudam com afazeres. Com o prêmio, quer comprar um veleiro e curtir com a família e amigos.

Conheça os outros 11 participantes de “No Limite – Amazônia”

Amanda
Amanda (Foto: Globo/Mauricio Fidalgo)
Amanda (Foto: Globo/Mauricio Fidalgo)

Natural de Rolândia, no Paraná, Amanda tem 34 anos e mora em Itajaí, Santa Catarina. É casada, mãe, empresária e palestrante. Trabalha com moda e tem uma marca de performance esportiva. Tem o sonho de mudar a indústria da moda e democratizar o esporte para pessoas gordas – planos que pretende realizar com a ajuda do dinheiro do prêmio. Se diz uma pessoa cosmopolita, mas, apesar da agonia de bichos e do medo de pisar em águas onde não enxerga o fundo, diz estar animada pela experiência. Gosta de praticar esportes e acredita ser uma ótima pessoa para se ter na equipe. Diz ser competitiva, estrategista, otimista, persistente e leal. Como pontos fracos, destaca que pode ser dar mal por ser mandona, teimosa e falar demais.

André
André (Foto: Globo/Mauricio Fidalgo)
André (Foto: Globo/Mauricio Fidalgo)

André tem 45 anos, é paratleta de ciclismo e tem uma rotina intensa de treinos. Natural de Valinhos, São Paulo, nasceu com uma má-formação e, aos 2 anos, teve uma das pernas amputada. Para o competidor, o “No Limite – Amazônia” é uma experiência para provar que a deficiência não é limitadora. Preparado para os desafios físicos do programa, pensa que o lado mental é o que vai exigir mais. Avalia que seu maior desafio será a restrição de comida, pois ele conta que fica de mau humor quando está com fome. Aprecia o trabalho em equipe e gosta de incentivar as pessoas, embora acredite ser melhor no jogo individual. Seus pontos fortes são a determinação, responsabilidade e sinceridade. Já na convivência, o “corpo mole” o tira do sério. Com o prêmio, quer investir na carreira de paratleta e ajudar a família.

Euclides
Euclides (Foto: Globo/Mauricio Fidalgo)
Euclides (Foto: Globo/Mauricio Fidalgo)

Euclides é atleta profissional de MMA, tem 37 anos, é casado e pai de duas meninas e um menino. Natural de Mortugaba, no interior da Bahia, aos 18 se mudou para São Paulo e por lá correu atrás da carreira como lutador. Competitivo não só dentro do octógono, ele afirma estar pronto para a disputa e diz que deseja eliminar seus adversários do “No Limite – Amazônia”. Apesar de se considerar um cara apaziguador, revela que adora uma fofoca e gosta de ver o circo pegar fogo. Conta, ainda, que quer conhecer seus próprios limites e não medirá esforços para ir atrás do prêmio. Acredita que a vida no mato e a falta de banho serão alguns de seus principais desafios, assim como manejar o ciúme dos objetivos que traça sozinho. Para neutralizar, seus pontos fortes são seu jeito afetuoso e sua honestidade. Com o prêmio, quer garantir oportunidade de estudo aos filhos e fazer uma festa especial para sua filha quando ela completar 15 anos.

Fulý
Fulý (Foto: Globo/Mauricio Fidalgo)
Fulý (Foto: Globo/Mauricio Fidalgo)

Acostumado à vida urbana, Fulý é carioca, mas mora em São Paulo. Tem 25 anos e trabalha com produção audiovisual. Desde jovem, é apaixonado por realities e pelo formato do “No Limite” – já assistiu a todas as temporadas da versão brasileira e do exterior. Ele afirma que pode não se dar tão bem no aspecto físico dos desafios, mas diz estar preparado para fazer o jogo social. Tem pavor de insetos, principalmente os que voam, e não sabe como vai conseguir lidar com isso no jogo. É racional, dedicado e resiliente, mas também orgulhoso e esquece as coisas facilmente. Quer fazer alianças e não vê problemas em precisar recalcular rota, mentir ou influenciar – estando dentro das regras, para ele, vale tudo. Com o prêmio, quer cursar moda e investir o dinheiro em uma marca própria.

Greiciene
Greiciene (Foto: Globo/Mauricio Fidalgo)
Greiciene (Foto: Globo/Mauricio Fidalgo)

Natural de Queimados, na Baixada Fluminense, Greiciene tem 32 anos e se diz carioca raiz. Operadora de telemarketing e mãe solo, ela trabalha de casa para poder cuidar da filha e dá aulas de dança para complementar a renda. Com o orçamento apertado, quer entrar no “No Limite – Amazônia” para dar fim às suas dívidas. No programa, tantas privações juntas são um dos principais desafios para Greiciene, que diz ter ranço de pequenos insetos e acredita que tudo pode incomodá-la. Por outro lado, se diz conciliadora e gosta de ajudar. Apesar de não se considerar uma pessoa competitiva no dia a dia, Greiciene conta que sua motivação muda quando tem dinheiro em jogo. Caso ganhe o prêmio, pretende dar uma vida melhor para a filha.

Guilherme
Guilherme (Foto: Globo/Mauricio Fidalgo)
Guilherme (Foto: Globo/Mauricio Fidalgo)

O carioca Guilherme tem 27 anos, é dançarino, ator, modelo e fotógrafo – considera-se um poliartista. Mora na Baixada Fluminense, mas foi criado em uma comunidade de Copacabana. Inspirado em Michael Jackson, começou no break aos 9 anos e já viajou o Brasil e o mundo apresentando sua arte. Para ele, tudo no jogo será um grande desafio, mas está preparado para viver um dia de cada vez. Se garante na força física, mas também nas “gambiarras”: ele conta que aprendeu com o pai a se virar e criar soluções. Sente-se preparado para o reality e aposta em alianças com pessoas extrovertidas e diferentes, mantendo-se longe de competidores com mentalidade agressiva. Seu defeito pode ser sua ansiedade e a sua língua. Ele conta que, quando está com raiva, fala mais do que deveria. Seu grande desejo com o prêmio é dar estabilidade financeira à família, que considera sua base, e investir na sua arte.

Marcus Vinícius
Marcus Vinicíus (Foto: Globo/Mauricio Fidalgo)
Marcus Vinicíus (Foto: Globo/Mauricio Fidalgo)

Acostumado com a vida no campo, Marcus Vinícius, de 24 anos, é natural de Trindade, interior de Goiás. Vaqueiro, ele trabalha com manejo de gado em uma fazenda e se diz um peão raiz. Marcus topou participar do “No Limite – Amazônia” porque sonha em aparecer na televisão. Acha que seu jeito pode atrapalhar na convivência, mas afirma ter elaborado algumas estratégias para não se prejudicar no jogo social. Competitivo, acredita que será bom em desafios de força e resistência, mas talvez um pouco lento em desafios de raciocínio. No jogo, seus pontos fortes são persistência, agilidade e estratégia; por outro lado, diz que sua fraqueza é ser uma pessoa ansiosa. Se ganhar o prêmio, deseja investir no setor agropecuário e comprar gado.

Paula
Paula (Foto: Globo/Mauricio Fidalgo)
Paula (Foto: Globo/Mauricio Fidalgo)

Paulistana e corinthiana apaixonada, Paula tem 30 anos e é assistente social. É mãe de Safira, uma menina de seis anos que adotou recentemente. Fascinada por insetos e animais exóticos, Paula tem uma tarântula de estimação, Gertrudes, e garante que lidar com cobras ou qualquer outro ser da fauna Amazônica não será um problema. Foi escoteira aos oito anos de idade e aprendeu várias técnicas, então, não está preocupada com os “perrengues”. Seus pontos fortes são lealdade, persistência e o espírito de aventureira. Por outro lado, na convivência, acredita que pode se dar mal por ser impulsiva e falar muito. Não consegue ouvir as coisas caladas, se irrita com gente teimosa, folgada e com falta de coletividade. Com o prêmio, quer garantir um futuro melhor para a sua família e estudar medicina pois sonha em fazer parte da Cruz Vermelha.

Pipa
Pipa (Foto: Globo/Mauricio Fidalgo)
Pipa (Foto: Globo/Mauricio Fidalgo)

Pipa tem 52 anos, é gaúcha de Porto Alegre, casada há 30 anos e tem um filho de 18. Ela foi a vice-campeã da primeira temporada do “No Limite”, em 2000, e diz que a experiência no programa a fez construir uma trajetória muito proveitosa. Na competição na Amazônia, Pipa afirma que vai fazer de tudo para chegar em primeiro lugar. Diz ser uma pessoa “ame ou odeie” e quer vivenciar esta temporada com mais alegria e segurança no que acredita. Deseja representar uma geração de mulheres 50+ e mostrar que é protagonista da própria história em qualquer idade. Pela experiência anterior, sabe que o maior desafio é a convivência com pessoas tão diferentes. Se diz uma pessoa empática, entusiasta e comunicativa. Dentre seus pontos fracos, cita a sua intensidade e ansiedade. Com o prêmio da primeira edição, comprou seu apartamento. Agora, se levar o dinheiro para casa, quer tranquilidade e garantir os estudos de seu filho.

Raiana
Raiana (Foto: Globo/Mauricio Fidalgo)
Raiana (Foto: Globo/Mauricio Fidalgo)

Baiana apaixonada por Salvador, sua cidade natal, Raiana tem 30 anos e é profissional de Educação Física. Quer vencer o “No Limite – Amazônia” para poder viajar, abrir um centro aquático e dar conforto para a mãe. Ela afirma que seu maior desafio será a falta de conforto e higiene, já que não tem receio do convívio social no reality. Considera-se uma pessoa “good vibes” e avisa que quer distância de briga, já que prefere resolver as situações através do diálogo. Determinada, não faz nada pela metade, mas também é esquecida e um pouco tímida. Prestes a encarar o “No Limite – Amazônia”, Rayana diz estar fisicamente preparada, especialmente para desafios que exijam natação.

Simoni
Simoni (Foto: Globo/Mauricio Fidalgo)
Simoni (Foto: Globo/Mauricio Fidalgo)

A lutadora Simoni tem 37 anos, é mãe de cinco filhos e natural de Porto Alegre, Rio Grande do Sul. A ex-atleta é campeã mundial de muai thay e hoje tem um centro de treinamento para ajudar crianças a se profissionalizarem. Considera-se preparada para participar do “No Limite – Amazônia” por já ter passado por muitas adversidades. Tem dificuldade com provas na água, mas está disposta a encarar seus medos. Ela avisa que tem pavio curto e não leva desaforo para casa. A falta de senso de coletividade é algo que a irrita. Cheia de vontade de vencer, avisa que nada vai fazê-la desistir da competição. Acredita que ainda não sabe seus verdadeiros limites e espera conhecer uma nova Simoni no programa. Com o prêmio, deseja ajudar sua família e as crianças do seu CT.

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