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Documentário e série sobre Preta Gil estreiam em 20 de julho

Série do Globoplay terá quatro episódios lançados até 8 de agosto

Globo estreia duas produções sobre Preta Gil em 20 de julho (Foto: Globo/ Divulgação)
Globo estreia duas produções sobre Preta Gil em 20 de julho (Foto: Globo/ Divulgação)
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Um ano após a morte de Preta Gil, a Globo estreia duas produções sobre a trajetória da cantora. O projeto “Quanto Mais Preta, Melhor” reúne um filme documental na TV Globo e uma série Original no Globoplay.

As produções estreiam em 20 de julho. Na TV Globo, o público acompanha o documentário “Preta – Eu Não Ando Só”. Já o Globoplay lança a série “Meu Nome é Preta”.

O filme mostra registros dos últimos anos de vida da artista. A produção reúne imagens gravadas por Preta Gil e por pessoas próximas durante o tratamento contra o câncer. Além disso, o documentário traz depoimentos de amigos e familiares.

A série percorre momentos da vida pessoal e profissional de Preta Gil. A produção da Conspiração reúne imagens, documentos e relatos. Portanto, o conteúdo acompanha a infância, a carreira e a atuação pública da artista.

As duas obras fazem parte da homenagem da Globo ao legado de Preta Gil. Enquanto o filme acompanha sua jornada recente, a série retoma acontecimentos de diferentes fases de sua vida.

‘Preta – Eu Não Ando Só’ mostra registros dos últimos anos

“Preta – Eu Não Ando Só” chega à TV Globo no dia 20 de julho, após a novela “Quem Ama Cuida”. Depois da exibição na TV, o filme também ficará disponível no Globoplay.

A produção utiliza registros captados por celulares. As imagens mostram momentos vividos por Preta Gil durante o tratamento contra o câncer. Amigos também participaram das gravações.

O documentário reúne Carolina Dieckmann, Ivete Sangalo, Regina Casé, Gominho e Ana Carolina. O filme ainda conta com participações de Francisco Gil, Sol de Maria e Gilberto Gil.

Sandra Kogut dirige o filme documental. Segundo a diretora, a obra aproxima o público de Preta Gil e registra diferentes momentos de sua trajetória.

“O filme coloca a gente muito perto da Preta, na intimidade, e ao mesmo tempo dá a dimensão de quem ela foi. Apesar da doença, tudo na Preta era sobre a vida, a pulsão gigante da vida. Então é um filme que abraça isso, a alegria, a gargalhada, a vontade de viver. E ao mesmo tempo ela tinha essa vontade de se mostrar para o mundo de peito aberto. O filme mostra também as dores e as lágrimas”, afirma.

Mônica Almeida assina a direção artística. A diretora relata que Preta Gil participou do início do processo do documentário em 2023.

“Ela me chamou para conversar em 2023. A vontade era fazer um filme mais íntimo, filmado pelos amigos. Ela queria se filmar, queria que fosse de verdade, original como ela. A gente acompanhou todo esse processo, o filme foi mudando ao longo do tempo, se desenhando conforme o caminho da Preta”, afirma.

Renato Terra assina o roteiro. Fernanda Neves responde pela produção executiva. Elaine Sá assume a produção.

‘Meu Nome é Preta’ percorre vida e carreira da artista

No Globoplay, “Meu Nome é Preta” apresenta a trajetória de Preta Gil a partir de imagens e depoimentos. A série inclui filmes em Super 8 da infância da artista e registros de sua carreira.

A produção também aborda a criação da “Noite Preta” e do “Bloco da Preta”. Além disso, a série mostra desafios e acontecimentos que marcaram sua atuação como artista, empresária e figura pública.

A série terá quatro episódios. O Globoplay libera um episódio por semana. O primeiro estará aberto para não assinantes no dia da estreia.

O último episódio chega à plataforma em 8 de agosto. A data marca o aniversário de Preta Gil.

Mini Kerti dirige a série. Para a diretora, os episódios mostram a relação entre a presença pública da artista e sua vida pessoal.

“A série mostra que Preta Gil nunca teve medo de revelar a sua essência para o mundo. Ela se conectava de forma generosa com as pessoas e se expunha impiedosamente. Ela não criava pautas, ela era a própria pauta”, destaca.

Carolina Jabor, Luísa Barbosa e Renata Brandão assinam a produção. Victor Nascimento escreve o roteiro. Flora Gil atua como produtora associada.

Série reúne imagens e relatos de amigos e familiares

Luísa Barbosa também comenta o processo de pesquisa para a série. A produtora cita a relação entre a vida privada e a presença de Preta Gil diante do público.

“O que mais surpreende ao mergulhar na história de Preta Gil é a coerência radical entre a pessoa pública e a privada. Fica claro que aquela personalidade expansiva, generosa e sem filtros que o público via era exatamente quem ela era na intimidade. Contar sua história é reconhecer a força de quem escolheu viver com autenticidade, mesmo sob julgamento constante, e evidenciar o impacto real que isso teve na cultura e no imaginário coletivo”.

O projeto Quanto Mais Preta, Melhor reúne materiais, memórias e relatos de pessoas que conviveram com Preta Gil. Dessa forma, o filme e a série apresentam recortes distintos de sua vida.

O documentário acompanha os últimos anos da cantora e sua rede de amigos e familiares. Por outro lado, a série volta a fases anteriores e aborda momentos da infância, da música, do empreendedorismo e da vida pública.

As obras também registram temas ligados à diversidade, ao corpo e ao comportamento. Preta Gil tratou desses assuntos durante sua trajetória, segundo a apresentação das produções.

A estreia simultânea ocorre em 20 de julho. Na TV Globo, o documentário entra na programação após Quem Ama Cuida. No streaming, o Globoplay disponibiliza o primeiro episódio de Meu Nome é Preta para assinantes e não assinantes.

Assim, o projeto da Globo organiza duas narrativas sobre Preta Gil. Cada produção utiliza materiais e depoimentos para acompanhar fases da trajetória da artista.

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